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	<title>Estraviz &#187; Linkania_</title>
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		<title>Prefácio &#8220;do livro da tese do artigo&#8221; da linkania. :)</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 15:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda_]]></category>
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		<description><![CDATA[Hernani Dimantas lança o livro &#8220;Linkania, uma teoria de redes&#8221;. Ele é resultado de sua tese de mestrado, que por sua vez, foi inspirada em um artigo que escrevi em 2001. (quando éramos jovens, hehehe)

Abaixo, o prefácio que fiz no livro, contando como começou essa aventura:
Era 2001, e estávamos em uma odisséia no espaço. O espaço da web. Também foi o ano em que as torres gêmeas caíram, e isso foi, como demonstrado em toda a mídia recentemente, o ato simbólico da década que apenas iniciava.
Foi um ano em que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hernani Dimantas lança o livro &#8220;Linkania, uma teoria de redes&#8221;. Ele é resultado de sua tese de mestrado, que por sua vez, foi inspirada em um artigo que escrevi em 2001. (quando éramos jovens, hehehe)</p>
<p><a href="http://www.estraviz.com.br/wp-content/uploads/2010/07/20100610_eds_linkania.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-247" title="20100610_eds_linkania" src="http://www.estraviz.com.br/wp-content/uploads/2010/07/20100610_eds_linkania.jpg" alt="" width="544" height="388" /></a></p>
<p>Abaixo, o prefácio que fiz no livro, contando como começou essa aventura:</p>
<p><em>Era</em><em> 2001, e estávamos em uma odisséia no espaço. O espaço da web. Também foi o ano em que as torres gêmeas caíram, e isso foi, como demonstrado em toda a mídia recentemente, o ato simbólico da década que apenas iniciava.</em></p>
<p><em>Foi um ano em que nos ampliamos. Éramos um punhado de gente começando a escrever em blogs aqui no Brasil. E isso já era motivo para nos sentirmos um bando. Estávamos esparramados pelo país (alguns até em outros países), mas nos sentíamos unidos pelo ato de blogar e falar exatamente sobre isso. Não usamos nossos blogs como diário, ainda que houvessem alguns </em><em>posts</em><em> com esse intuito. Não éramos tão jovens quanto os adolescentes que fizeram de seus blogs uma continuação de suas vidas. Mas não éramos tão velhos a ponto de ir contra essa tecnologia que se oferecia gratuitamente para nós. Estávamos nesse limbo e soubemos aproveitar tudo isso. Estávamos felizes com esse mundo novo que se descortinava. Escrevíamos artigos, éramos comentados pela blogosfera, sentíamos certo prazer por estar na fronteira do que se descobria e se discutia. Éramos o objeto de estudo e os autores do estudo. E estávamos linkados.</em></p>
<p><em>Nesse ano, tive inspiração para escrever um artigo que foi rapidamente reenviado, linkado e citado nos blogs da época. Tive a ousadia de tentar juntar o velho com o novo. Com o artigo intitulado “<a href="http://www.estraviz.com.br/2009/03/25/03/" target="_blank">A linkania e o religare</a>” pretendia fazer o link definitivo – “linkania” remetendo ao futuro e “religare” ao passado.</em><em> </em></p>
<p>De repente, o artigo passou a ser citado nas listas de discussão. E todos nós, que nos sentíamos partícipes desse novo momento humano, nos identificávamos de uma forma ou de outra com o que eu havia escrito numa tarde ensolarada em  Sampa. Curiosamente (e eu nunca disse isso antes a ninguém), escrevi o rascunho do texto num caderno. Nada mais off-line<em> </em>que um caderno para escrever sobre a vida on-line. Desde então, venho pesquisando mais o antigo do que o novo. Venho tentando entender onde foi que a humanidade “deslinkou-se”, e meus cálculos me aproximam do advento da agricultura, há uns seis milênios. Enquanto meu objeto de estudo passou a ser o <em>religare</em>, Hernani Dimantas, meu amigo de fé, meu irmão camarada, aprofundou-se na linkania. Tomou para si a tarefa de destrinchar o que esse admirável mundo novo tem trazido para nós, seja por meio da própria tecnologia, seja pelo que de fato acreditamos, o humano, demasiadamente humano, que habita em nós, hoje amplamente conectados.</p>
<p>Para mim, HD é o guerreiro incansável e suave, o artesão dos bytes, defensor da liberdade e da gambiarra, pai exemplar, amigo rabugento e pintor. O Hernani que se apresenta neste livro é uma parcela ínfima do ser humano amoroso que tive e tenho o prazer de conviver. Seus estudos são hoje uma fonte de descobertas, de autores, de ideias linkadas umas às outras, que ele teve a generosidade antropofágica de digerir para nós. Por isso, peço que leiam este livro com parcimônia. Leiam como posts diários de um blog atemporal. Não tenham pressa em entender tudo. Não se perguntem por que às vezes determinadas frases parecem repetidas. cheguei a uma conclusão que reparto agora com vocês: Hernani veio ao mundo para nos contar como se faz. E, como bom sábio, faz isso reiteradamente, até que entendamos que se trata basicamente de amor.<em> </em></p>
<p><em>Marcelo Estraviz</em></p>
<p><em>+1 netweaver<br />
</em></p>
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		<title>Meu itinerário de leituras (ou como cheguei até aqui)</title>
		<link>http://www.estraviz.com.br/2009/08/18/meu-itinerario-de-leituras-ou-como-cheguei-ate-aqui/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 20:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linkania_]]></category>

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		<description><![CDATA[Tinha esses livros no meio do caminho. No meio do caminho tinha esses livros.
Pra falar sobre textos e livros que me “afetaram” quanto ao tema redes eu farei 4 grandes cortes em minha vida, pra facilitar a leitura e o entendimento.
&#8230; de vovô viu a uva direto pra futuros assustadores&#8230;
O primeiro corte se dá quando eu tinha 15 ou 16 anos. Calhou de eu ler, em menos de 1 mês, e por interesse meu (não da escola), 3 livros que mudaram minha concepção da idéia de futuro: Admirável Mundo Novo, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tinha esses livros no meio do caminho. No meio do caminho tinha esses livros</strong>.</p>
<p>Pra falar sobre textos e livros que me “afetaram” quanto ao tema redes eu farei 4 grandes cortes em minha vida, pra facilitar a leitura e o entendimento.</p>
<p><strong>&#8230; de vovô viu a uva direto pra futuros assustadores&#8230;</strong></p>
<p>O primeiro corte se dá quando eu tinha 15 ou 16 anos. Calhou de eu ler, em menos de 1 mês, e por interesse meu (não da escola), 3 livros que mudaram minha concepção da idéia de futuro: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brave_New_World_%28romance%29">Admirável Mundo Novo</a>, o <a href="http://www.burburinho.com/20050417.html">Farenheit 451</a> (não confundir com o documentário do Moore) e <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=702766&amp;sid=1021451091112956082827274&amp;k5=1BE5BCDA&amp;uid="> 1984</a>. Não lembro a ordem que os li, mas pouco importa. Cada distopia me assustou e fascinou ao mesmo tempo. Eu acho que foi isso, ou o que me levou a isso, que me fez estar sempre envolvido com coisas que fossem relacionadas ao futuro ou no limite mais posterior ao nosso presente. Eu quis e quero sempre estar um ou mais passos a frente, não pra levar vantagem, como o Gerson, mas porque na realidade o presente, depois de consolidado, me entedia. Até hoje ainda vejo algo novo e o encaixo em um dos 3 futuros previstos nos 3 livros. Big Brother? Farenheit. Drogas sintéticas? Admirável Mundo Novo. Guantánamo? 1984. E por aí vai. Fico aqui pensando que eu gostava de entender o futuro porque achava que no passado tinha havido algum erro de percurso&#8230; Eu gostava dos índios, mas sabia que eu não queria viver como eles.Tinha algo de moderno, urbano, futurista, que me fascinava mais como distração do que como solução. O passado me parecia mais assustador. O futuro, apesar de sombrio, poderia ter a chave para uma solução. E eu, pretencioso que só, achava que a encontraria&#8230; Nem tinha lido “<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=702766&amp;sid=1021451091112956082827274&amp;k5=1BE5BCDA&amp;uid=">o poder do mito</a>” ainda, e nem tinha começado a fazer terapia&#8230; risos&#8230;</p>
<p><strong>&#8230; das distopias para os nirvanas&#8230;</strong></p>
<p>Corte abrupto, máquina do tempo, viagem curta, vamos pros meus 18 anos, quando fui morar em Barcelona. Ainda me envergonho um pouco em dizer, mas um livro que mexeu muito comigo foi o Alquimista do Paulo Coelho&#8230; ganhei-o na festa de despedida que fizeram pra mim, li-o no avião, cheguei em Madrid exercendo plenamente minha lenda pessoal! Essa época em Barcelona é cheia de leituras mezzo esotéricas mezzo mitológicas&#8230; Li muito Herman Hesse. Li muito Richard Bach. Passeava por Rubem Fonseca, Fernando Pessoa e muitas biografias. Por ter sido <a href="http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;id=1942"> squatt</a>, comecei a ler os <a href="http://www.nodo50.org/aversaoaoestado/textos_anarquistas.htm">anarquistas</a> e as primeiras cartas do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Subcomandante_Marcos#Marcos_em_suas_pr.C3.B3prias_palavras"> subcomandante Marcos</a>. Mas os livros que mexeram comigo foram definitivamente <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Alquimista">O Alquimista</a> e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sidarta_%28romance%29">Sidarta</a>. Sim, é cafona, mas fazer o que? É a realidade&#8230;:) Associo esse período a uma busca por integração, plenitude, simplicidade&#8230; Os livros geraram o fortalecimento da minha crença de que &#8220;estamos todos conectados&#8221;.</p>
<p><strong>&#8230; do cybermonge para a linkania&#8230;</strong></p>
<p>Novo corte, viagem longa, desta vez damos um enorme pulo até os meus 30 anos. Recém separado, com tempo de sobra pra leituras e cheio de energia por novidades. Foi um período de muita produção de textos. Meu artigo <strong><a href="http://tzatziki.wordpress.com/linkania/">Linkania</a></strong> só saiu porque eu estava rodeado de gente que discutia junto comigo temas como software livre, anarquia, ativismo, hackerismo, TAZ (<a href="http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/2007/11/zona-autnoma-temporria.html">zonas autônomas temporárias</a>). O <a href="http://www.cluetrain.com/portuguese/index.html">Manifesto Cluetrain</a> foi o primeiro divisor de águas pra mim. O que li depois, em geral, era recomendado por alguém, que já digeria algo antes. Tinha toda a <a href="http://www.lojaconrad.com.br/Baderna/index.asp?ord=b">coleção Baderna</a> da editora Conrad (onde <a href="http://www.lojaconrad.com.br/produto.asp?id=29&amp;cat=">provos</a> foi o que mais gostei). Outro livro fantástico, da mesma Conrad chama-se <a href="http://www.lojaconrad.com.br/produto.asp?id=90&amp;cat=">FIM</a>, outra distopia que me fez lembrar daqueles 3 livros da minha adolescência, com a diferença do que era um futuro próximo, contendo muitos dos momentos desta pósmodernidade. Tinha também o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Castells">Castells</a> e sua trilogia onde li só o terceiro (talvez a primeira vez que de fato vi o termo rede sendo estudado), Mafesoli e o conceito do nomadismo&#8230; Enfim, foi um período de muita leitura, ou sinopses (e sinapses) e debates. O registro que ficou foi mais a de uma grande <a href="http://mutirao.metareciclagem.org/livro/Chocadeira-colaborativa">chocadeira colaborativa</a> de muito intercâmbio de informações.</p>
<p><strong>&#8230; da metáfora para o gorila&#8230;</strong></p>
<p>Mais um corte, viagem curta, para os meus 36 anos: <a href="http://www.burburinho.com/20021122.html">Ismael</a>. Esse livro é para mim a mudança de paradigma. Foi o que fez “tóin”. Ele me explicou definitivamente o passado e gerou luzes para o que me faz sentido fazer para um futuro interessante. Completou o ciclo que começou com aqueles primeiros livros da minha adolescência. Facilitou minha vida, pois posso viver conforme umas crenças que sempre tive, e agora com convicção. A natureza explica tudo. E o homem, com o advento da civilização, fez várias (desculpe o termo) cagadas. Mas não se trata de voltar a ser índios. Trata-se apenas de desistir daquilo que não faz sentido porque não é natural: Hierarquia? Desisto dela. Rigidez? Prefiro flexibilidade. Guerra? Propriedade? Desisto e não sou cúmplice.</p>
<p><strong>&#8230; dos largadores para a escola de redes&#8230;</strong></p>
<p>Último corte. Última parada. Apesar de leituras em períodos diferentes, posso considerar Augusto e David como dentro do mesmo corte. Um me fazendo ler o outro. Experiência riquíssima. Do Augusto eu selecionaria o <a href="http://www.4shared.com/file/82095662/9397a0b2/O_lugar_mais_desenvolvido_do_mundo_-_reeditado1.html"> livrinho</a> (que eu chamo de seisho-no-iê, porque minha mãe tinha uma bíblia pequena e plastificada assim). E do David eu seleciono o <a href="http://adoteessaideia.blogspot.com/2008/04/de-ugarte-e-o-poder-das-redes.html"> Poder das Redes</a>, mas principalmente o capítulo <a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-view_blog_post.php?postId=328">da épica e da lírica</a>. Algo genial sacarmos que devemos desistir também dos heróis que nos ensinaram a gostar. O grupo Los Hermanos tem uma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=aNKayWSlvQA&amp;feature=related">música</a> que também <a href="http://letras.terra.com.br/los-hermanos/67545/">fala disso</a>. (Aliás, bem que podíamos fazer uma trajetória musical também aqui na escola hein?). Deste último corte posso garantir que mais do que os textos e livros que li do Augusto e do David, o que valeu mesmo foi o convívio em diversas oportunidades. Esse privilégio foi a verdadeira riqueza.</p>
<p>No orkut perguntam quais seus livros preferidos. Eu respondo: <a href="http://www.orkut.com.br/Main#FullProfile.aspx?uid=13266086245803056601&amp;pcy=3&amp;t=0"> Os que ainda não li</a>. Por isso meu atual livro preferido é o do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Da_Democracia_na_Am%C3%A9rica">Tocqueville</a>, que não li e está agora na estante me esperando.</p>
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		<title>Itinerário de Leituras</title>
		<link>http://www.estraviz.com.br/2009/04/19/itinerario-de-leituras/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 03:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linkania_]]></category>
		<category><![CDATA[Tipuri_]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrevi para a Escola de Redes, um itinerário de minhas leituras mostrando como cheguei a interessar-me hoje por Redes. Ei-lo:
Tinha esses livros no meio do caminho. No meio do caminho tinha esses livros.
Pra falar sobre textos e livros que me “afetaram” quanto ao tema redes eu farei 4 grandes cortes em minha vida, pra facilitar a leitura e o entendimento.
&#8230; de vovô viu a uva direto pra futuros assustadores&#8230;
O primeiro corte se dá quando eu tinha 15 ou 16 anos. Calhou de eu ler, em menos de 1 mês, e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi para a <a href="http://escoladeredes.ning.com/" target="_blank">Escola de Redes</a>, um itinerário de minhas leituras mostrando como cheguei a interessar-me hoje por Redes. Ei-lo:</p>
<p><em><strong>Tinha esses livros no meio do caminho. No meio do caminho tinha esses livros.</strong></em></p>
<p>Pra falar sobre textos e livros que me “afetaram” quanto ao tema redes eu farei 4 grandes cortes em minha vida, pra facilitar a leitura e o entendimento.</p>
<p><strong>&#8230; de vovô viu a uva direto pra futuros assustadores&#8230;</strong></p>
<p>O primeiro corte se dá quando eu tinha 15 ou 16 anos. Calhou de eu ler, em menos de 1 mês, e por interesse meu (não da escola), 3 livros que mudaram minha concepção da idéia de futuro: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brave_New_World_%28romance%29">Admirável Mundo Novo</a>, o <a href="http://www.burburinho.com/20050417.html">Farenheit 451</a> (não confundir com o documentário do Moore) e <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=702766&amp;sid=1021451091112956082827274&amp;k5=1BE5BCDA&amp;uid="> 1984</a>. Não lembro a ordem que os li, mas pouco importa. Cada distopia me assustou e fascinou ao mesmo tempo. Eu acho que foi isso, ou o que me levou a isso, que me fez estar sempre envolvido com coisas que fossem relacionadas ao futuro ou no limite mais posterior ao nosso presente. Eu quis e quero sempre estar um ou mais passos a frente, não pra levar vantagem, como o Gerson, mas porque na realidade o presente, depois de consolidado, me entedia. Até hoje ainda vejo algo novo e o encaixo em um dos 3 futuros previstos nos 3 livros. Big Brother? Farenheit. Drogas sintéticas? Admirável Mundo Novo. Guantánamo? 1984. E por aí vai. Fico aqui pensando que eu gostava de entender o futuro porque achava que no passado tinha havido algum erro de percurso&#8230; Eu gostava dos índios, mas sabia que eu não queria viver como eles.Tinha algo de moderno, urbano, futurista, que me fascinava mais como distração do que como solução. O passado me parecia mais assustador. O futuro, apesar de sombrio, poderia ter a chave para uma solução. E eu, pretencioso que só, achava que a encontraria&#8230; Nem tinha lido “<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=702766&amp;sid=1021451091112956082827274&amp;k5=1BE5BCDA&amp;uid=">o poder do mito</a>” ainda, e nem tinha começado a fazer terapia&#8230; risos&#8230;</p>
<p><strong>&#8230; das distopias para os nirvanas&#8230;</strong></p>
<p>Corte abrupto, máquina do tempo, viagem curta, vamos pros meus 18 anos, quando fui morar em Barcelona. Ainda me envergonho um pouco em dizer, mas um livro que mexeu muito comigo foi o Alquimista do Paulo Coelho&#8230; ganhei-o na festa de despedida que fizeram pra mim, li-o no avião, cheguei em Madrid exercendo plenamente minha lenda pessoal! Essa época em Barcelona é cheia de leituras mezzo esotéricas mezzo mitológicas&#8230; Li muito Herman Hesse. Li muito Richard Bach. Passeava por Rubem Fonseca, Fernando Pessoa e muitas biografias. Por ter sido <a href="http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&amp;id=1942"> squatt</a>, comecei a ler os <a href="http://www.nodo50.org/aversaoaoestado/textos_anarquistas.htm">anarquistas</a> e as primeiras cartas do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Subcomandante_Marcos#Marcos_em_suas_pr.C3.B3prias_palavras"> subcomandante Marcos</a>. Mas os livros que mexeram comigo foram definitivamente <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Alquimista">O Alquimista</a> e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sidarta_%28romance%29">Sidarta</a>. Sim, é cafona, mas fazer o que? É a realidade&#8230;:) Associo esse período a uma busca por integração, plenitude, simplicidade&#8230; Os livros geraram o fortalecimento da minha crença de que &#8220;estamos todos conectados&#8221;.</p>
<p><strong>&#8230; do cybermonge para a linkania&#8230;</strong></p>
<p>Novo corte, viagem longa, desta vez damos um enorme pulo até os meus 30 anos. Recém separado, com tempo de sobra pra leituras e cheio de energia por novidades. Foi um período de muita produção de textos. Meu artigo <strong><a href="http://tzatziki.wordpress.com/linkania/">Linkania</a></strong> só saiu porque eu estava rodeado de gente que discutia junto comigo temas como software livre, anarquia, ativismo, hackerismo, TAZ (<a href="http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/2007/11/zona-autnoma-temporria.html">zonas autônomas temporárias</a>). O <a href="http://www.cluetrain.com/portuguese/index.html">Manifesto Cluetrain</a> foi o primeiro divisor de águas pra mim. O que li depois, em geral, era recomendado por alguém, que já digeria algo antes. Tinha toda a <a href="http://www.lojaconrad.com.br/Baderna/index.asp?ord=b">coleção Baderna</a> da editora Conrad (onde <a href="http://www.lojaconrad.com.br/produto.asp?id=29&amp;cat=">provos</a> foi o que mais gostei). Outro livro fantástico, da mesma Conrad chama-se <a href="http://www.lojaconrad.com.br/produto.asp?id=90&amp;cat=">FIM</a>, outra distopia que me fez lembrar daqueles 3 livros da minha adolescência, com a diferença do que era um futuro próximo, contendo muitos dos momentos desta pósmodernidade. Tinha também o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Castells">Castells</a> e sua trilogia onde li só o terceiro (talvez a primeira vez que de fato vi o termo rede sendo estudado), Mafesoli e o conceito do nomadismo&#8230; Enfim, foi um período de muita leitura, ou sinopses (e sinapses) e debates. O registro que ficou foi mais a de uma grande <a href="http://mutirao.metareciclagem.org/livro/Chocadeira-colaborativa">chocadeira colaborativa</a> de muito intercâmbio de informações.</p>
<p><strong>&#8230; da metáfora para o gorila&#8230;</strong></p>
<p>Mais um corte, viagem curta, para os meus 36 anos: <a href="http://www.burburinho.com/20021122.html">Ismael</a>. Esse livro é para mim a mudança de paradigma. Foi o que fez “tóin”. Ele me explicou definitivamente o passado e gerou luzes para o que me faz sentido fazer para um futuro interessante. Completou o ciclo que começou com aqueles primeiros livros da minha adolescência. Facilitou minha vida, pois posso viver conforme umas crenças que sempre tive, e agora com convicção. A natureza explica tudo. E o homem, com o advento da civilização, fez várias (desculpe o termo) cagadas. Mas não se trata de voltar a ser índios. Trata-se apenas de desistir daquilo que não faz sentido porque não é natural: Hierarquia? Desisto dela. Rigidez? Prefiro flexibilidade. Guerra? Propriedade? Desisto e não sou cúmplice.</p>
<p><strong>&#8230; dos largadores para a escola de redes&#8230;</strong></p>
<p>Último corte. Última parada. Apesar de leituras em períodos diferentes, posso considerar Augusto e David como dentro do mesmo corte. Um me fazendo ler o outro. Experiência riquíssima. Do Augusto eu selecionaria o <a href="http://www.4shared.com/file/82095662/9397a0b2/O_lugar_mais_desenvolvido_do_mundo_-_reeditado1.html"> livrinho</a> (que eu chamo de seisho-no-iê, porque minha mãe tinha uma bíblia pequena e plastificada assim). E do David eu seleciono o <a href="http://adoteessaideia.blogspot.com/2008/04/de-ugarte-e-o-poder-das-redes.html"> Poder das Redes</a>, mas principalmente o capítulo <a href="http://www.estudiolivre.org/tiki-view_blog_post.php?postId=328" target="_blank">da épica e da lírica</a>. Algo genial sacarmos que devemos desistir também dos heróis que nos ensinaram a gostar. O grupo Los Hermanos tem uma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=aNKayWSlvQA&amp;feature=related">música</a> que também <a href="http://letras.terra.com.br/los-hermanos/67545/">fala disso</a>. (Aliás, bem que podíamos fazer uma trajetória musical também aqui na escola hein?). Deste último corte posso garantir que mais do que os textos e livros que li do Augusto e do David, o que valeu mesmo foi o convívio em diversas oportunidades. Esse privilégio foi a verdadeira riqueza.</p>
<p>No orkut perguntam quais seus livros preferidos. Eu respondo: <a href="http://www.orkut.com.br/Main#FullProfile.aspx?uid=13266086245803056601&amp;pcy=3&amp;t=0"> Os que ainda não li</a>. Por isso meu atual livro preferido é o do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Da_Democracia_na_Am%C3%A9rica">Tocqueville</a>, que não li e está agora na estante me esperando.</p>
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		<title>O que é &#8220;cursos do varal&#8221;?</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 07:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda_]]></category>
		<category><![CDATA[Linkania_]]></category>

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		<description><![CDATA[Cursos do Varal é uma forma nova de adquirir conhecimento e experiência. Sabemos que sabedoria se obtém com o tempo e com a prática. Por isso o que queremos é realizar encontros que sejam mais humanos, mais artesanais, mais dedicados a cada participante. Buscamos um jeito diferente de aprender e ensinar. Isso, para nós, se dá desde o momento da inscrição até o recebimento do certificado e além. Esse além é o convívio.

Queremos conviver com pessoas melhores, amorosas, interessantes. Por isso os cursos do varal tratam sempre de humanizar conceitos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cursosdovaral.com.br/" target="_blank"><strong>Cursos do Varal</strong> </a>é uma forma nova de adquirir conhecimento e experiência. Sabemos que sabedoria se obtém com o tempo e com a prática. Por isso o que queremos é realizar encontros que sejam mais humanos, mais artesanais, mais dedicados a cada participante. Buscamos um jeito diferente de aprender e ensinar. Isso, para nós, se dá desde o momento da inscrição até o recebimento do certificado e além. Esse além é o convívio.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.cursosdovaral.com.br/wp-content/uploads/varal2.jpg" alt="" width="454" height="352" /></p>
<p>Queremos conviver com pessoas melhores, amorosas, interessantes. Por isso os cursos do varal tratam sempre de humanizar conceitos abstratos. Nós contamos boas histórias, que ficam na memória afetiva de cada um. Essas histórias penetram em cada participante e ele sai do curso entendendo mais, ligando (ou desligando) uma chavinha na mente que gera mudança de paradigma. Parece mágica, mas é só atenção.</p>
<p>Queremos espaços de aprendizagem que espelhem nossas crenças no orgânico, no artesanal, no aconchegante. Estamos bastante cansados desses ambientes frios de hall de hotel ou mesmo essas disposições hierárquicas das salas de aula onde um fala e os outros escutam assustados. Os espaços que escolhemos trazem em seu DNA uma mistura de inovação com tradição. A inovação está na nova forma de olhar o aprender. E a tradição está na crença que se aprende fazendo, errando e criando.</p>
<p>Somos caseiros por opção. Depois de décadas somadas de experiências em multinacionais, em gabinetes governamentais e em empresas e ongs fadadas ao sucesso e em direção acelerada para a grandiosidade do artificial, optamos pela volta à simplicidade, ao tamanho humano, que é a única realidade.</p>
<p><a href="http://www.cursosdovaral.com.br/" target="_blank"><strong>Cursos do Varal</strong></a> é também uma singela homenagem a um <a href="http://oimpressionista.wordpress.com/museu-virtual-gentileza/" target="_blank">singelo poeta carioca</a>, que andou pelas ruas do rio proclamando o óbvio:</p>
<p><strong>GENTILEZA GERA GENTILEZA</strong>.</p>
<p>Nossos cursos falam muito sobre <strong>mobilização de recursos</strong>, mas na verdade falam de muito mais coisas. Falam sobre trajetórias possíveis para um mundo radicalmente melhor.</p>
<p><a href="http://www.cursosdovaral.com.br/">É isso <img src='http://www.estraviz.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </a></p>
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		<title>A blogosfera e o mar de flores</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 12:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Estava lendo mais um dos excelentes textos do Augusto de Franco lá na escola de redes, intitulado A blogosfera como rede distribuída. Esse debate me remete a 2001, quando eu era blogueiro heavy-user e junto com o Hernani, ficávamos trocando idéias sobre o que era aquela ainda incipiente blogosfera. Um dos textos que sairam dessas nossas conversas foi a Network de Egotrips.
Respondi ao Augusto por email, mas faço aqui um resumo:
&#8220;&#8230;bem, uma das coisas a comentar é sobre a blogosfera ado, ado, cada um no seu quadrado: é isso. será ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://exploradoreselectronicos.net/wiki/images/2/26/Mar_de_flores.gif" alt="" width="504" height="435" /><br />
Estava lendo mais um dos excelentes textos do <a href="http://www.augustodefranco.com.br/">Augusto de Franco</a> lá na escola de redes, intitulado A <a href="http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/a-blogosfera-como-rede">blogosfera como rede distribuída</a>. Esse debate me remete a 2001, quando eu era blogueiro heavy-user e junto com o Hernani, ficávamos trocando idéias sobre o que era aquela ainda incipiente blogosfera. Um dos textos que sairam dessas nossas conversas foi a <a href="http://www.marketinghacker.com.br/index.php?itemid=480">Network de Egotrips</a>.</p>
<p>Respondi ao Augusto por email, mas faço aqui um resumo:</p>
<blockquote><p>&#8220;&#8230;bem, uma das coisas a comentar é sobre a blogosfera ado, ado, <a href="http://escoladeredes.ning.com/profiles/blog/show?id=2384710%3ABlogPost%3A10667&amp;page=1">cada um no seu quadrado</a>: é isso. será isso, muito provavelmente, por muitos e muitos anos, amém. é a network de egotrips, o coletivo de monólogos. veja o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nhUIpuog19c" target="_blank">video sobre o twitter </a>que te mandei. é isso. mas o que se faz com isso? além de nada, se pode fazer algo.</p>
<p>esse algo, quem me deu a luz foi o <a href="http://www.deugarte.com/" target="_blank">david</a>, quando falou do <a href="http://exploradoreselectronicos.net/e4pedia/Mar_de_flores" target="_blank">mar de flores</a>. essa coisa dele ir contra o tal <a href="http://exploradoreselectronicos.net/e4pedia/Rankismo">rankismo</a> é do cacete. e é mudança de paradigma. perceba que comentaste muito sobre os famosos blogueiros&#8230; ora, que se danem! eles seguem uma lógica broadcast porque existe também um público cativo que quer ser platéia. são feitos um para o outro. mas se analisarmos o mar de flores da blogosfera, veremos que os broadcasters representam menos de zero virgula um por cento,  ou seja, nós também alimentamos o broadcast falando mais deles do que eles de fato são, no ranking. eu por isso, optei por não falar mais de nenhum grande (aliás nem os leio). eles não são objeto de estudo da <a href="http://escoladeredes.ning.com/" target="_blank">escola de redes</a>. o objeto de estudo é o mar de flores.</p>
<p>e citas a fama como indicador de sucesso. é. esse parâmetro é o do velho paradigma. a fama alimenta o broadcast que alimenta a fama. danem-se. existe agora crescendo organicamente nos confins da blogosfera a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica_hacker" target="_blank">ética hacker</a>, que funciona pela reputação, algo bem diferente da fama. a reputação vem pelo que doas, pelas linhas de código que fazes nas madrugadas e ofereces para os demais usuários do software livre que estás montando com outras dezenas de milhares de hackers. como diz o <a href="http://comunix.org/" target="_blank">hernani</a>, estamos todos polindo bytes. isso é artesanal. e tua fama cresce a medida que teus dons vão sendo mostrados, tuas linhas limpas de código de programação. tuas dicas certeiras nos fóruns sobre problemas a resolver, nos bugs dos softwares. na blogosfera isso se espelha na reputação que algum blogueiro acumula ao oferecer-se como especialista, em canetas, em submarinos, em meias de seda, em amenidades, futilidades, não importa. ele se esmera em ser o bom no assunto e sua a camisa pra elaborar posts interessantes e úteis, informações preciosas. somos todos artesãos.</p>
<p>então quando finalizas teu texto, falas dos bloggers, assim no geral. não misturemos os broadcasters com lindo mar de flores.</p></blockquote>
<p>É isso. O que opinas Menelau?</p>
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		<title>Linkania na Wikipedia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 04:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linkania_]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando você pode considerar que uma nova palavra foi criada? Quando ele é dita pela primeira vez por você? Quando ela é dita por alguém? Quando uma pessoa vem te comentar da existência de um novo conceito? Quando alguém resolve estudar o termo em sua tese de mestradoo? Eu vivi todas essas deliciosas experiências. Meu artigo gerou um buzz na blogosfera tupiniquim em 2001 e isso vem repercutindo até hoje. Mas afinal, o que é linkania? Estamos tentando construir isso juntos, agora na wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Linkania
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você pode considerar que uma nova palavra foi criada? Quando ele é dita pela primeira vez por você? Quando ela é dita por alguém? Quando uma pessoa vem te comentar da existência de um novo conceito? Quando alguém resolve estudar o termo em sua tese de mestradoo? Eu vivi todas essas deliciosas experiências. Meu artigo gerou um buzz na blogosfera tupiniquim em 2001 e isso vem repercutindo até hoje. Mas afinal, o que é linkania? Estamos tentando construir isso juntos, agora na wikipedia:<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linkania" target="_blank"> http://pt.wikipedia.org/wiki/Linkania</a></p>
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